29 janeiro 2006

 

Rafting em Brotas


Mais um encontro da Mexirica se inicia. [Pra quem não sabe o que é A Mexirica aguarde explicações futuras nesse blog (isso cabe ao nosso ancião fundador e não a mim, reles membra). Mas só para situar quem estiver lendo, a “Confraria A Mexirica” entitula um grupo de amigos que tem como objetivo se reunir periodicamente para manter os laços de amizade e se divertir muito em cada encontro.] O lugar marcado para esse evento foi Brotas; a data 28 de janeiro de 2006, a finalidade: rafting.
Cinco pessoas partiram de São Paulo (Mario – nosso ancião fundador, Vivi - anciã fundadora por matrimônio, Fernanda, Paula e Carla) e outras cinco de Campinas (Miguel, Lullis, Natali, Ricardo – meu namorado, e Dani – no caso eu mesma).

Almoçamos em Brotas, uma comidinha bem leve indicada para o esporte em questão: picanha, bife a parmegiana e alguns preferiram massas. As duas e meia já nos encontrávamos na agência Alaya ($$$ cadê o dinheiro da propaganda?), pagamos e partimos de ônibus para o local do treinamento.

Os instrutores todos muito animados e o pessoal um pouco apreensivo, temendo o que viria pela frente. No local do treinamento um lago, com águas muito calmas (nível -1, segundo Ricardo que gosta bastante dessa teoria de níveis). Pra quem não sabe o Rafting possui níveis de dificuldade de 1 a 6, nosso local escolhido é classificado como nível 3 e 4, nada mal para iniciantes.


Após as instruções de segurança os grupos foram formados, como estávamos em 10 pessoas pudemos nos dividir em dois grupos fechados, 5 pessoas em cada bote, mais um instrutor para cada grupo.

O primeiro bote auto-entitulado: “
Mexirica” (obrigada Vivi pela rapidez de raciocínio na escolha brilhante do nome) era composto de Mario, Vivi, Carla, Ricardo e Dani (eu) e o nosso instrutor era o Tarzan.

O segundo bote, o bote dos perdedores era o “Mexirica 2” (que falta de criatividade hein pessoal?) do qual faziam parte Miguel, Lullis, Natali, Fernanda e Paula, o instrutor era o Taturana. Fomos para o lago treinar os comandos: frente, frente forte, trás, segura, piso (esse era o mais divertido, consistia em se jogar rapidamente para o centro do bote).

E iniciou-se a aventura. Cada queda d´água, cada remada, um momento de diversão. Na primeira parte do percurso nosso bote saiu ileso, já o Mexirica 2 ficou enroscado nas pedras, que vergonha. Após muita água na cara, o que acontecia principalmente quando nos aproximávamos do Mexirica 2, pausa para Tirolesa. Um cabo de aço entre duas árvores, uma cadeirinha feita de tiras e uma corda com uma roldana... Boa Sorte pra nós! Mas sobrevivemos apesar de nem todos terem participado desta parte da aventura.

Voltamos para o bote para a segunda etapa da aventura. Neste meio tempo teve também pausa para um mergulhinho nas águas do rio Jacaré, vocês não sabem como é bom ser levado pela correnteza, só não é tão bom quando encontramos uma pedra no meio do caminho, né Miguel e Rafael (Lullis)?

O segundo trecho do Rafting era mais veloz. Ta bom eu confesso: nosso bote encalhou duas vezes e toca o Tarzan fazer força pra nos desencalhar. A ultima queda, um nome bem propício: “Game Over”, segundo Tarzan o nome não era por ser a ultima queda do percusso, mas pela dificuldade do trecho, uma vez encalhado naquele local: Game Over! Hehehehe Ainda bem que não foi Game Over pra nós.


Saímos do Rio, água (potável – própria para ser ingerida), suco e pinguinha com mel nos aguardavam junto ao ônibus. Pausa para as ultimas fotos e voltamos ao ônibus. Os instrutores continuavam animados e o pessoal, agora mais descontraído, até cantou junto com eles. Voltamos pra agencia para um merecido banho e pegamos novamente a estrada. Assim se encerrou mais um evento “A Mexirica”, mas muitos ainda virão. Gostaria de agradecer ao Miguel e a Fernanda que organizaram este evento. Obrigada e até breve.

Dani


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